Woody Allen – My Next Life

Enviaram-me ontem este texto por e-mail. Pelos vistos já é antiguinho mas eu não o conhecia e achei simplesmente fabuloso. Aqui vai:

Brilhante!

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Fui ao supermercado

Há uma coisa que me chateia nos supermercados. Antigamente éramos nós que colocávamos as compras nos sacos, o funcionário da caixa limitava-se a passar os produtos pelo leitor de código de barras. Entretanto a tecnologia foi evoluindo e os leitores de códigos de barras foram ficando mais rápidos e precisos. Isto fez com que o tempo de espera nas filas diminuísse. Óptimo! Não, esperem, alguém se lembrou de que se prestava um melhor serviço ao cliente colocando-lhe as compras nos sacos. Esta moda começou nos supermercados de proximidade, tipo Modelo e Pingo Doce, mas rapidamente se alastrou também aos hiperrmercados.

Ainda ontem fui fazer umas compras ao Continente (onde vou duas vezes por ano, detesto hipermercados) e a funcionária da caixa conseguiu demorar 5 minutos a colocar 3 coisas dentro de um saco. E ainda queria separar as compras em 2 sacos! E se há funcionários que até são rápidos a colocar as compras nos sacos, há outros que são um autêntico desespero, como a senhora que me atendeu.

Eu ainda compreendo que em supermercados tipo Corte Inglês se faça isto, pois são suspermercados premium, com pouca gente e portanto poucas filas de espera e que marcam a diferença no atendimento ao cliente. Mas nos supermercados “generalistas” isto não faz sentido. Primeiro demoramos muito mais tempo a ser atendidos, eliminando qualquer vantagem no facto de existirem leitores de códigos de barras ultra-rápidos e eficientes. Depois acabamos por levar muito mais sacos para casa, pois os funcionários de caixa gostam muito de dividir as compras pelo maior número de sacos possível, o que ecologiamente está errado. Já é mau darem-nos sacos de plástico em vez de nos obrigarem a trazer os nossos próprios sacos.

Enfim, deixo aqui um apelo: acabem com essa palermice de colocarem as nossas compras nos sacos e concentrem-se mas é em despachar o atendimento o mais rapidamente possível!

Um post por semana

Pois é, isto de escrever um post por ano não está com nada. De facto é necessária alguma disciplina para manter um blog actualizado, para além obviamente da inspiração. Ora como eu gosto mesmo de escrever, uma das resoluções que tomei para 2011 foi manter este blog mais actualizado.

Nem de propósito, a WordPress está a levar a cabo uma campanha que incentiva os bloggers a escreverem mais. Nesse sentido lançaram duas campanhas: Post a Day 2011 e Post a Week 2011. Basicamente quem aderir à primeira “obriga-se” a escrever um post por dia até ao final de 2011 e quem aderir à segunda a escrever um post por semana.

Parece-me uma forma engraçada de me obrigar a escrever mais. Como não sou masoquista, não vou aderir à campanha de um post por dia. Mas parece-me razoável tentar a meta de um post por semana. Pois bem, aqui anuncio que aderi à campanha Post a Week 2011. A ver vamos no que isto vai dar…

A Caixa Multibanco

A caixa multibanco dá muito jeito, não há dúvida. Nem sei como seria a nossa vida sem ela. Imaginem o que seria ter que ir ao balcão do banco de cada vez que precisássemos de dinheiro! Mas apesar das suas vantagens, também tem os seus inconvenientes. Ora então aqui fica a lista das coisas que me irritam na ida ao multibanco:

  1. Quando chego ao multibanco e este está fora de serviço;
  2. Quando chego ao multibanco e aparentemente este está funcional, mas quando insiro o cartão ele fica fora de serviço;
  3. Quando o multibanco engole o nosso cartão;
  4. Quando está uma fila de pessoas à minha frente e, quando finalmente chega a minha vez, a caixa multibanco já não tem dinheiro;
  5. Quando a caixa multibanco não tem dinheiro e nós dirigimo-nos ao multibanco mais próximo e este também não tem dinheiro;
  6. Quando chego ao multibanco e está uma pessoa (normalmente uma velhinha) a pagar as contas da água, luz, telefone, etc. etc. Quando é a tal velhinha até lhe dou um desconto, mas quando são pessoas novas não percebo, sinceramente não percebo. Será que nunca ouviram falar de internet? De homebanking?
  7. Aquelas pessoas que inserem o cartão, marcam o código, tiram um talão com o saldo, cancelam a operação, retiram o cartão, voltam a inserir o cartão, marcam novamente o código e só então levantam o dinheiro! Mas será que ninguém lhes explicou que podem consultar o saldo no multibanco sem precisar de imprimir nada? E que não necessitam de cancelar a operação e inserir novamente o cartão para levantar o dinheiro?
  8. Aquelas pessoas que carregam o telemóvel pelo multibanco e enganam-se na referência 10 vezes e insistem em continuar a tentar até que, resignadas, abandonam a caixa multibanco a abanar a cabeça em sinal de frustração.

E por falar em caixas multibanco, outro dia estava a levantar dinheiro e a publicidade que aparecia enquanto esperamos para inserir o código era um anúncio a uma torneira. Achei engraçado. E estranho. Uma coisa é anunciar um telemóvel, ou uma viagem, agora uma torneira? Quem é que vai comprar uma torneira porque a viu anunciada na caixa multibanco? Melhor ainda, quem é que compra torneiras? Se estivéssemos a falar de uma revista de decoração ou arquitectura faria algum sentido. Agora anunciar uma torneira numa caixa multibanco? De que é que se lembrarão a seguir? De anunciar um puxador de porta?

O Península está a morrer

Venho aqui levantar uma voz de protesto contra a gestão da Galeria Comercial Península, no Porto. O “Península”, como é conhecida esta galeria, sempre foi um centro comercial diferente. Era pequeno, com poucas lojas e pode-se dizer que pretendia atingir um segmento médio-alto, já que grande parte das lojas eram lojas caras: Labrador, Max Mara, Carolina Herrera, entre outras. Mas ao mesmo tempo era também um local extremamente agradável, com a característica fonte de água a produzir um ruído relaxante e as suas esplanadas repletas de estudantes e pessoas a porem a sua leitura em dia.

Nos tempos áureos, o Península tinha no piso de baixo uma loja da Häagen-Dazs, uma Companhia das Sandes, um café e ainda  um quiosque. Todos estes estabelecimentos estavam sempre repletos de clientes. No piso de cima, além das lojas, tinha vários estabelecimentos de restauração, que faziam com que as esplanadas estivessem cheias, sobretudo à hora do almoço.

Entretanto, alguém se lembrou de alterar completamente esta galeria e as suas âncoras. Começaram por destruir toda a zona de esplanada do piso de baixo e onde outrora havia a fonte de água (sempre agradável) e os estabelecimentos acima referidos agora existe…nada! Só isto acabou com parte do movimento que esta galeria tinha. Recentemente, suponho eu fruto de uma gestão que não está a agradar aos lojistas (não vejo outra explicação), muitas lojas e estabelecimentos de restauração começaram a fechar, o último dos quais foi a Companhia das Sandes, que tinha sempre movimento.

Neste momento quem quiser almoçar ou jantar no Península tem apenas duas opções: o “Go Natural” ou o “Doces D’Avó”. Nos bons tempos o movimento à hora do almoço era imenso, com o mais variado tipo de pessoas. Actualmente quase que se pode dizer que está às moscas. E quem ganha com isso é o Shopping Cidade do Porto, mesmo ali ao lado.

Sinceramente não sei qual é a ideia de quem está a gerir o Península, mas repito aqui o título deste post: O Península está a morrer. Pelo andar da carruagem, qualquer dia fecha.

É pena ver desaparecer um local onde dantes apetecia ir tomar o pequeno-almoço ao fim de semana e ler um jornal e que agora só mete pena. Esperemos que eu esteja errado e o Península volte a florescer, mas tenho as minhas sérias dúvidas.

Leitão & Coisas

Existe um restaurante no Porto chamado “Leitão & Coisas”. O nome “& Coisas” é muito utilizado em qualquer estabelecimento comercial com pretensões de ser fino, ou atingir um público alvo do segmento médio-alto, tipo “Vinho & Coisas”, “Cães & Coisas” e outros. Mas “Leitão & Coisas” é levar a coisa ao exagero.

De que é que se vão lembrar a seguir? “Loja do Chinês & Coisas”?